domingo, 27 de março de 2016

O BANHO DE RIO DE PAPAI

Morávamos perto de um rio, no qual as mulheres lavavam suas roupas, onde a molecada brincava e onde tanto crianças quanto adultos tomavam banho. Não era um desses rios largos e fundos. Era mais um ribeirão. Mas no meio do sertão esturricado pelo sol, era praticamente nosso oásis.

Apesar da vida isolada e meio selvagem que levávamos, pais não se banhavam diante dos filhos. Eu jamais havia visto meu pai nu. Na verdade, naquele fim de mundo sem muita gente, jamais havia visto homem algum nu. Praticamente o único homem adulto que havia por perto era meu pai. E como sua nudez era proibida aos filhos, eu tinha olhos virgens de nudez masculina.

Mas a primeira nudez de um macho que vi compensou toda a espera. Um dia, quase sem querer, quando passeava sozinho entre as árvores à beira do rio, avistei meu pai banhando-se na parte mais funda do ribeirão.

Ele não havia percebido minha presença, felizmente. Mesmo assim fiquei paralisado diante daquela situação e sobretudo diante daquela nudez inédita. Não sabia se prosseguia e me dava a conhecer, o que poderia significar um carão daqueles ou até mesmo uma surra, ou se voltava e fingia que nada ocorrera. Naturalmente esta última alternativa seria a sensata diante da possibilidade de vir a ser surrado se escolhesse a primeira.

Mas quem disse que existe sensatez aos quinze anos? Quem esperaria prudência num garoto dessa idade? O que existe, isto sim, é furor sexual, uma disposição quase infinita para bater punhetas e uma inesgotável criatividade para o mal feito.

E neste quesito, o da criatividade, principalmente se essa criatividade envolvesse putaria, eu era mestre, pós-graduado e doutorado, apesar de tão tenra idade. Tanto era letrado no assunto que rapidamente encontrei uma terceira alternativa.

Para que me dar a conhecer e estragar meu dia (pois mesmo que não levasse a surra, com certeza um sabão daqueles ele me passaria) e também por que retornar? Eu não ainda não entendia o sentimento avassalador que tomara conta de mim no exato momento em que vi meu pai nu, mas o fato é que desde que o vira, deixar de apreciá-lo não era uma alternativa.

Então eu fiz o que meu instinto de pobre rapazinho curioso determinava: escondi-me detrás do primeiro arbusto que encontrei e me pus a apreciar o espetáculo.

No exato momento em que, a poucos passos de mim, meu pai emergia de mais um mergulho, expondo sua nudez frontal sem o menor pudor, pois não fazia ideia de que era observado por um garotinho enxerido e curioso, eu me acomodava detrás das folhas para vê-lo sem ser notado.

Do meu esconderijo obervei o peito levemente peludo, que eu já vira sem camisa algumas vezes, o abdômen trincado pela lida dura da roça, de fazer inveja a qualquer rato de academia, os braços fortes e queimados pelo sol e as coxas talhadas pelas longas caminhadas nas serras do sertão.

Mas era a parte proibida de seu corpo que me interessava, aquela que me havia sido vedada a vida inteira sei lá por que. Quando meus olhos desceram pelo abdômen, miraram a densa floresta de pelos negros em volta do pau dele.

Aquela parte do corpo, que não via sol, mais clara do que o resto dele, realçava ainda mais os densos pentelhos. Eu estava hipnotizado e imóvel. Um homem nu diante de mim. E que homem! Um macho de verdade, rústico e másculo até o último fio daqueles pentelhos que me mantinham vidrado. Aquela floresta em nada parecia com a leve penugem que eu, tardiamente entrado na puberdade, possuía.

Estava tão vidrado nos pentelhos dele que levei algum tempo até que meu olhar fosse atraído um pouco mais para baixo. E foi um gesto dele que me despertou. Quando ele levou uma mão ao saco e outra ao cacete e apertou-os, como as lavadeiras torcem suas roupas antes de estendê-las, eu percebi que havia muito mais coisa para ver naquelas redondezas.

Só então observei com atenção o pau pendurado, pequeno e mole, debruçado sobre o saco, este sim um belo cacho de cocos, com dois ovos consideráveis, desproporcionais em relação ao pau mole, muito menor que eles. Mesmo assim, um bom volume aquele conjunto devia formar num calção de banho, se ele algum dia houvesse usado um, pensei.

Mas sertanejos não usam calções de banho. Eles banham-se assim, nus em rios, naturalmente integrados à natureza, livres e soltos como ele fazia naquele momento.

Ele sentou-se numa pedra, de pernas bem abertas, arreganhado e à vontade, e, para meu deleite, bem de frente para mim, quase como se estivesse se expondo à minha observação. Nesta posição o saco e pau pendiam livres e apoiavam-se na pedra, aproveitando o descanso do dono para descansarem eles também.

Mas não tiveram muito tempo de descanso, porque meu pai nem bem se sentou começou a acariciar de leve o pau. Mexia nele, balançava-o, expunha-lhe a cabeça, em seguida tornava a cobri-la, para logo depois tornar a expô-la. Passava a mão de leve no saco, afagava as bolas e em seguida tornava a se concentrar no pau.

O que significava aquilo? No que ele estaria pensando? Eu não fazia ideia do que se passava na cabeça dele. Sequer sabia com certeza o que ia pela minha. Só sei que diante desse espetáculo todo meu pau ergueu-se num pulo, mais duro do que a rocha onde meu pai descansava. Meu raciocínio era obtuso, porque parece que todo o sangue que possuía se concentrava no meu pau e nos meus olhos, os quais pareciam querer saltar das órbitas e correr para junto de papai naquele exato instante.

Poucos instantes depois que meu pai iniciou seu ritual de carícias, finalmente tive ideia do que se poderia passar na cabeça dele. A de baixo entregou a de cima como um livro aberto quando começou a inchar, inchar, inchar diante dos meus pobres olhos que felizmente não eram cegos e mantinham-se muito atentos, isto é, arregalados. Eu nem piscava, talvez por medo de perder uma fração de segundo que fosse daquele espetáculo.

O pau começou a crescer e crescer. Eu jamais supusera que um cacete pudesse passar do estado minúsculo para o brutamonte. Em minha inocência pensava que um caralho grande quando mole seria grande duro e o contrário também seria verdade, um pau pequeno seria sempre pequeno.

Mas lá estava meu avantajado pai para me provar o contrário. Quando aquela montanha de nervos finalmente parou de crescer, e eu achei que ele jamais pararia, eu constatei o quanto meu querido papai, até tão pouco tempo atrás minúsculo, era assustadoramente grande.

Um cacete respeitável, claro e cheio de veias salientes, cabeçudo como um cogumelo gigante, que agora se tornara perfeitamente proporcional àquele saco pesado que eu supunha grande demais para o pau.

Em meio aos pensamentos que eu desconhecia, embora os deduzisse por suas reações físicas, ele fechou os olhos e pôs-se a bater uma punheta. Não igual às que eu mesmo batia em abundância, apressadas e desajeitadas, apenas para gozar, mas com a maestria de quem sabia o que estava fazendo e tinha paciência suficiente para curtir o momento em todos os seus pormenores.

Movimentos leves, cadenciados, pacientes, para cima e para baixo, em seguida concentrando-se apenas na cabeça do cacete, alisando-a com uma das mãos enquanto com a outra segurava o pau.

Depois ele descia para o saco, ainda usando as duas mãos no trabalho, mas desta vez uma acariciava de leve as bolas enquanto a outra subia e descia no caralho, cuja cabeça aparecia, lustrosa e rosada, depois desaparecia sob a pele do prepúcio, para em seguida tornar a aparecer. A cabeça brilhava ao sol, inchada e úmida de baba abundante que meu pai vertia.

Então eu me dei conta de que assim como ele babava pelo pau, eu babava de saliva. Naquela época, eu ainda não conseguia entender que reação era aquela, mas minha boca se enchia de saliva a ponto de pingarem algumas gotas por meus lábios entreabertos.

Outra sensação até então incompreensível para mim, era o fato de que meu cu relaxava e piscava e tornava a relaxar e a piscar, preparando-se ou pedindo alguma coisa que nessa altura eu ainda não sabia o que era. Embora a sensação me fosse incompreendida, todavia, era tão saborosa e forte que eu tinha ímpetos de levar um dedo ao cu e acariciá-lo.

Foi o que fiz. Enquanto meu pai trabalhava com as duas mãos de lá, eu também mantinha as minhas duas ocupadas de cá. Parte do anelar de uma delas enfiado no rabo, enquanto com a outra eu batia uma punheta desesperada. Nada daquela paciência que meu pai demonstrava. Eu tinha urgência, meu gozo não podia esperar.

Tanta urgência que imitei meu pai, fechando os olhos enquanto saboreava meu próprio dedo que me acariciava e a outra mão em volta do meu pau. Não sei quanto tempo durou isso, provavelmente não muito, até que jorrei a escassa porra dos meus quinze anos sobre os galhos e folhas secas no chão.

“Tá fazendo o que, moleque?”

Caralho! uma pessoa de quinze anos pode enfartar? Eu ia morrer, sabia que ia, porque, mesmo que não enfartasse, não era capaz de respirar naquele momento. Meu pau, que em condições normais continua muito duro até bem depois da gozada, encolheu instantaneamente como por milagre a ponto de quase desaparecer. Alguém, por favor, me vê uma lupa?

“Eu… eu… eu…”

“Tu… tu… tu… tava com enxerimento, né?”

“Eu… eu…”

“Tá, tá… já ouvi esta parte. Não tem vergonha de ficar olhando os outros? Virou veado agora?”

“Não. É que…”

Não, eu não sou veado, pensei. Eu estava olhando e estava bom e eu acabara de gozar e só. Não era veado. De repente ia me dando uma vontade de chorar, de me enfiar num buraco qualquer, de acordar daquele pesadelo, de correr dali.

Correr, aí está uma coisa que eu teria feito se minhas pernas me obedecessem. Mas infelizmente para mim, elas estavam tão paralisadas que eu mal sentia a existência delas. Então, já que não podia correr, não dava para despertar mais do que eu já estava acordado e eu estava com vontade de chorar… adivinha.

“Que é isso? Que merda, vai chorar agora?”

Essa frase, dita num tom de desprezo que me atormentou ainda mais, como não poderia deixar de ser, em vez de me acalmar, abriu de vez o vale de lágrimas. Haveria enchente no sertão dali a pouco, pensei.

“Também não é pra tanto. Deixe de besteira, meu filho.”

Soluços e mais soluços como resposta.

“Eu não sou veado.”

“Claro que não, deixe disso. Vamos, se acalme.”

E ele me abraçou e puxou minha cabeça contra o próprio peito. O gesto me surpreendeu tanto, principalmente por vir do homem que jamais demonstrava esse tipo de gesto carinhoso, que o pranto passou como por milagre e eu comecei a me acalmar, com o rosto encostado sobre o peito nu dele.

Mais calmo me dei conta de que não era apenas o peito de meu pai que estava nu. Talvez na pressa de me surpreender em plena punheta ele se esquecera de vestir-se. Eu, que subira minhas calças como um raio ao ser surpreendido, abraçava meu pai nu em pelo.

Ainda bem que eu estava vestido, pois do contrário seria denunciado prontamente por meu pau que, refeito do imenso susto, despertava outra vez, e com a mesma fúria de poucos momentos atrás, como se eu não houvesse gozado há menos de quinze minutos.

Ele mantinha um dos braços em volta dos meus ombros, enquanto com a outra mão continuava a pressionar minha cabeça contra o peito. Por fim baixou a mão que mantinha sobre meus ombros, mas ainda manteve minha cabeça segura contra si.

E eu, da posição em que estava, com meu rosto pressionado sobre os pelos macios do peito dele, percebi quando ele levou a mão ao próprio pau. Permaneci imóvel. Não sabia como agir diante daquilo. Ele começou a acariciar o pau e passou também a acariciar meu cabelo, com os dedos enfiados entre eles até chegarem ao couro cabeludo.

E aquela jeba descomunal que eu vira há pouco tornou a se erguer, tornou a crescer, tornou a se mostrar imensa, tornou a babar em abundância, quase a ponto de pingar. Eu permanecia imóvel, mal respirava, mas obviamente voltei a salivar, sem saber por que isso acontecia.

Bem no momento em que minha boca se enchia de saliva abundante, senti a mão que me acariciava empurrar minha cabeça para baixo com tanta força que eu tive que me ajoelhar bem diante do caralho que tremulava a pouquíssimos centímetros de meus lábios.

“O que foi?” perguntei, erguendo os olhos para ele, que me olhava com uma expressão talvez mais ansiosa do que a minha. Se eu estava tenso a ponto de desmaiar, ele também não parecia muito mais calmo do que isso. Só então me dei conta de que as pernas dele tremiam um pouco.

“Não sabe o que fazer?”

Balbuciei que não. Então ele aproximou o pau dos meus lábios. Tentei esquivar o rosto, sem contudo me levantar dali. Ele insistiu. Aproximou mais ainda o caralho de minha boca, até que o encostou de leve nos meus lábios e forçou-o para dentro.

Eu senti o suave sabor salgado da baba que escorria dele e não resisti mais. Embora não soubesse de fato como agir, entendi naquele momento o porquê de salivar tanto desde o início. Eu queria aquele cacete na minha boca desde o momento em que o vira duro, mesmo que não soubesse disso.

A cabeça mal cabia na minha boca, tão larga, arredondada e espaçosa era a chapeleta daquele caralho. Todavia, o tesão que eu sentia era tanto que o instinto falou mais alto e rapidamente eu aprendi como engolir tanto cacete, por maior que fosse. Parecia vocação.

Ele estremecia, pedia mais, gemia alto e o pau latejava na minha boca. Eu primeiro tentei engolir tudo aquilo. Não cabia. Realmente não havia a menor possibilidade de fazer tudo aquilo entrar garganta adentro, por maior que fosse minha habilidade inata. Então eu engoli o tanto que pude. Depois lambi e saboreei a cabeça da rola como se fosse um sorvete de nervos. O sorvete do papai era saboroso como eu jamais pudera supor que o fosse.

O mais incrível de tudo é que eu jamais pudera supor que aquele homem rústico, que já havia sido violento comigo em tantas surras tantas vezes, agora se mostrasse tão delicado e cuidadoso com o pau atolado em minha boca. Não parecia de fato a mesma pessoa quando pedia com tanta ternura que eu o engolisse mais um pouco.

Até que eu o senti estremecer com mais intensidade, como uma bomba prestes a explodir, e o pau latejou na minha boca. Realmente explodiu. Eu senti a porra inundar minha boca, uma cachoeira agridoce da qual eu quis fugir para cuspir tudo fora em seguida.

Mas mais uma vez ele foi suave e pediu baixinho que eu engolisse tudo. Ora, quem poderia resistir a um homem feito pedindo com tanto carinho que lhe bebessem o leite? Que filho resistiria a leite quentinho, ainda mais proveniente do próprio pai?

Eu é que não. Tal qual um bebê, como bom filho obediente eu cedi à súplica afetuosa do meu pai e sorvi todo seu leite, até a última gota. E papai era bom de gozada. Era muito leite, que eu não só engoli tudo como lambi o pau, deixando-o limpinho e brilhante outra vez.

“Viu só? Tu não é veado, assim como eu também não.”

Ele tinha razão. Era putaria e era bom. Quem se importava com quem era praticada e que rótulos lhe punham as pessoas, desde que fosse divertido? E havia sido muito, muito divertido.

“Foi bom, filho. Mas tenho outra coisa pra te ensinar.”

Que outras lições será que papai tinha para mim?

4 comentários:

Anônimo disse...

Que delícia de conto
Morro de tesão em pai e filho
Já tive minha aventura com meu pai aprendi desde cedo o que é ser homem com ele

Anônimo disse...

Ola amigo, tudo bem? Está afim de participar de um grupo no WhatsApp? Estamos começando. WhatsApp 19 982734145

rodrigo disse...

Qro um paizão assim...mi ligue...11 952234136

Ronaldo Picasso disse...

19998949893