quarta-feira, 8 de outubro de 2008

EU E MEU PAI

Meu nome é Everton e tenho 29 anos. Sou casado e pai de duas filhas, com 7 e 3 anos. Esse relato ocorreu há dois anos, no interior de Minas Gerais. Sou formado em administração de empresas e meu pai é farmacêutico. Temos uma indústria de medicamentos em São Paulo, e temos por hábito visitar, periodicamente, nossos principais compradores. A cada 2 meses, mais ou menos, ficamos 15 dias viajando em determinada região do país. Na ocasião, estávamos visitando Minas e algumas cidades do interior de São Paulo. Meu pai é bastante jovem. Estava com 45 anos na época, e eu com 27. Sempre soube que ele fazia (e faz) muito sucesso com as mulheres, e isso era inclusive um motivo de brincadeiras na minha adolescência. Minha casa estava sempre cheia de colegas que disputavam uma olhadinha do galã mais desejado do colégio. Meu pai tem 1.85, uns 82 quilos, olhos verdes, pele bronzeada, cabelos castanho-claros levemente grisalhos, corpo definido, de esportista. Joga futebol todos os dias, o que lhe deu coxas grossas e bem torneadas. Assistir às constantes cantadas que recebe já se tornou uma rotina na empresa e nas nossas viagens, inclusive porque poucos imaginam que eu seja filho dele, pela pouca diferença de idade. Eu tenho 1.88, 85 quilos, malhado de academia, olhos castanhos e cabelos castanhos raspados, estilo militar. Nunca tinha tido uma experiência homo. Sempre tive namorada, desde os 15 anos, e me casei com 21 muito seguro da minha opção sexual. Na verdade, sequer questionei o contrário. Estávamos nos últimos dias de viagem quando chegamos numa determinada cidade do sul de Minas. As visitas dessa ronda haviam sido bastante cansativas, e os 15 dias fora de casa estavam pesando. Já estávamos discutindo por qualquer coisa, já não tínhamos roupa limpa, enfim... estava na hora da viagem acabar. Pelas 20 horas terminamos a última visita e fomos para um hotel que conhecíamos. Havia uma convenção no hotel, e a lotação estava quase completa. Nos ofereceram um quarto com cama de casal, que aceitamos sem qualquer objeção. Estámos cansados e não havia, realmente, nenhum impedimento em dividirmos a mesma cama. Nos parecia natural. Chegamos no quarto, no oitavo andar, e me atirei na cama. Meu pai foi tomar banho. Deixou a porta aberta para ouvir o jogo que passava na TV. Nada incomum. Esperei que terminasse o banho e tirei minha roupa para tomar uma chuveirada também. Nos cruzamos na porta do banheiro, os dois pelados. Tomei meu banho e me sequei em frente ao espelho. O jogo continuava, na TV. Meu pai assistia sentado na cama, de cueca, de costas para a porta do banheiro. Saí do banheiro pelado e me sentei numa poltrona aos pés da cama, para fazer o relatório do dia. O banho tinha espantado um pouco do cansaço.- Vamos sair pra jantar ou pedimos alguma coisa por aqui?- Por mim ficamos, respondi. Quero terminar esse relatório pra ter um dia mais calmo, amanhã.- Também prefiro. Tô afim de bater a minha punheta, jantar e dormir, disse meu pai, sorrindo despreocupado. Nunca tivemos esses pudores. Nas nossas viagens, muitas vezes já vi ele se masturbando, assim como ele também muitas vezes me viu. Não saímos pra putaria nem costumamos ficar com outras mulheres quando longe de casa. Tanto eu quanto ele somos bastante fiéis.Pedimos comida no restaurante do próprio hotel e esperamos no quarto. Vesti uma calça de moletom para receber a funcionária na porta. - Tá na mesa, pai. Chega aí que ta cheirando bem.Jantamos sossegados. Fizemos um breve levantamento da viagem. Conversamos sobre o carro e outras coisas sem importância.- Vou escovar os dentes e vou pra cama. Amanhã quero subir dirigindo, disse. Tirei o moletom, vesti um calção de pijama, escovei os dentes e fui pra cama. Meu pai continuou na mesinha da entrada, lendo um jornal local.A cama ficava de lado para a entrada do quarto, de forma que de onde eu estava via meu pai sentado, lendo o jornal. Trocou os canais da TV até encontrar um filme pornô e iniciar a prometida punheta antes de dormir ....rsrsrsrs.... Não era uma imagem nova para mim. Já havia visto meu pai se masturbando inúmeras vezes. Mas dessa vez havia uma atmosfera de tesão no ar, talvez por saber que na sequencia ele viria dormir na mesma cama em que eu estava, ou pelo ângulo de que eu o via, todo de perfil, semi-deitado na poltrona, pelado, quase na penumbra. Fiquei excitado. Pensei em me masturbar também, mas achei estranho. Nunca tínhamos feito isso juntos antes, me pareceu confuso. Acompanhei cada subida e cada descida da mão do meu pai no pau dele, grosso e encurvado para cima. Demoradamente. Ele se masturbava com calma, apreciando cada socada. Olhava o filme fixamente, como que se imaginando participante. Eu não via a tela, mas os sons aumentavam a sensualidade da cena. Segurou as bolas com a outra mão. Aumentou a velocidade das socadas. Encostou o dorso fortemente na poltrona, elevando a lombar e fazendo parecer que seu pau era ainda maior. Soltou um gemido forte e contido, esporreando por todo o peito, a barriga e o braço esquerdo. Sentou-se novamente na poltrona, espreguiçou-se, ficando quase deitado, e espalhou calmamente a porra sobre os pêlos do peito e do adbomem. Eu estava muito excitado. A cena, cotidiana, estava cercada de muito erotismo, dessa vez. Continuei observando meu pai deitado na poltrona, com aquele corpo perfeito que tem, e todo gozado. O pau dele estava mole, mas caído sobre os pêlos da barriga. Tentei disfarçar toda a minha excitação, pensar em outra coisa. Mas não me esforcei muito.- Porra, vai me fazer sair da cama pra gozar também, é? Falei sorrindo, e já saindo da cama, com o pau duraço marcando o pijama solto.- Hehehe... Tá grandão o moço, hein? Também, né Everton... Quase duas semanas sem buceta, tá feio o negócio.- Sim, e ainda tu fica vendo filme pornô e punhetando na poltrona, tem dó, né pai....- Quer vir aqui na poltrona ver o filme, filho?  falou, levantando-se da cadeira e passando por mim, em direção ao banheiro. - Não, disse. Vou esperar você tomar banho e vou gozar na pia do banheiro, mesmo.- Entra aí, guri... Não te atrasa. Enquanto eu tomo banho tu resolve essa parada ...hehehehe...Entrou no chuveiro e começou a lavar a porra colada no peito e no abdomem. Parei em frente ao espelho, baixei o pijama, fazendo meu pau saltar para cima. Tenho 21 cm de pau, grosso, e bem reto. A única coisa que me vinha em mente era a cena do meu pai punhetando minutos antes. Comecei a minha bronha vigorosa, tamanho o tesão que se passava. Tava louco para gozar logo e o fato do meu pai estar ali ao lado me excitava ainda mais. Meu pau estava muito duro, mais que o normal. Não demorou para que a porra viesse, em jatos fortes, que sujaram o espelho e a bancada de mármore da pia. Aliviado, me encostei na parede atrás de mim, de forma que meus calcanhares, minha bunda, minhas costas e minha nuca ficassem coladas ao azulejo gelado. Fechei os olhos. Expirei. - E então, filho? Mas calmo, agora? Ouvi, distante, meu pai, saindo do box- Muito mais, pai ...rsrsrsrs... Muito mais...  Respondi, voltando à pia para lavar as mãos- Mas que meleca você fez nessa pia, hein? Quase não consigo me ver no espelho de tanta porra que tem nele ...hehehe...., - falou, sorrindo.- Amanhã eu limpo, pai. Tô cansado, agora.  Falei, já em direção à cama.Deitei e em seguida meu pai sentou-se no outro lado, ainda secando as pernas e os pés. - Boa noite. Amanhã cedo temos que subir. - Boa noite, pai. Dormi rapidamente. Não havia ficado perturbado com o acontecido. Senti tesão por ver o meu pai gozando, ou pela situação, ou pela seca de mulher... Sei lá. Mas havia ficado tudo bem. Acordei umas duas horas depois. Meu pai dormia, pelado, de frente para mim. Era calor. Estávamos sem cobertor nem lençol. Olhei pro pau dele. Mole, encostava a cabeça rosada no colchão. Achei estranho. Não lembrava de ter me detido a olhar o pau do meu pai antes. Achei o pau dele bonito. E ainda mais estranho achei o fato de eu novamente ter me excitado. Meu pau ficou duro imediatamente, ao ver o pau mole do meu pai ali, deitado ao meu lado. Uma vontade nova e irresistível de tocar no corpo do meu pai veio. Encostei suavemente as pontas dos meus dedos na barriga dele, de olhos fechados, fingindo dormir. Toquei os pêlos macios dele, e me excitei ainda mais. Desci os dedos pelo abdomem, encontrando pêlos mais fartos. Estava com medo. Desci mais, tocando de leve o pau do meu pai, apenas com as pontas dos dedos. Senti mais. Agora já tocava com as polpas dos 4 dedos o pau mole e quente dele. Envolvi entre meus dedos, sem apertar. Meu pai não se moveu. Continuava respirando normalmente. O pau dele, porém, começou a crescer na minha mão. Soltei, assustado. Fingi dormir. Fiquei alguns segundos parado, mas não percebi nenhum movimento. Abri os olhos. A piça do meu pai estava muito dura, apontando pra cima e encurvada. Percebia que latejava, de tempos em tempos. Me excitei ainda mais. Ainda de frente um para o outro, aproximei meu rosto do do meu pai. Minha respiração ofegante e assustada contrastava com a serenidade dele. Podia sentir seu hálito doce no meu rosto. Passei meu braço sobre o pescoço dele e continuei fingindo dormir. Ele não se moveu. Passaram-se poucos minutos, estendeu seu braço em minha direção, tocando meu peito. Tirei meu braço do pescoço dele, e toquei levemente o pênis duro do meu pai. Acariciei a glande, latejante e babada. Passei o dedo na secreção que saía pela uretra e espalhei pela cabeça, suavemente. Isso me deu muito tesão. Estava tocando meu pai, e isso me enchia de prazer. Era uma sensação nova, confusa, e muito excitante. Comecei a punhetá-lo devagar, sabendo e querendo que logo acordasse. Abriu os olhos. Virou-se de barriga para cima e afastou as pernas. Posicionei-me ajoelhado entre as pernas dele e continuei punhetando aquele pau grosso e torto, olhando nos olhos do meu pai. Ele me olhava com um ar de tesão e de prazer, muito prazer. Contraía o pau de vez em quando, fazendo sair mais secreção, que eu espalhava pela grande. - Tá gostoso demais, filho. Que bronha gostosa que tu bate, hein?- Tô muito excitado, pai. Tô louco, hoje- Vamo lá, filhão... Vamos resolver isso, então...Sentou-se na cama, e em seguida levantou de pé sobre ela, deixando o pau na altura da minha boca, já que eu estava ajoelhado.- Chupa meu pau, guri, vai. Quero socar ele todo na tua bocaSenti muito tesão. Engoli inteiro o pau melado do meu pai, e ele gemeu alto. Puxou minha cabeça e me deixou com o pau inteiro dentro da boca, segurando firme. Adorei ter o pau do meu pai na minha boca, quente e melado. Me soltou, fazendo movimentos de vai-e-vem, socando e tirando a piça da minha boca inexperiente. - Senta na cama, pai  disse, saindo da posição eu que eu estava. Agora é você quem vai chupar um pouco.Fiquei de pé na frente dele, e sem cerimônias meu pai meteu minha piça na boca, chupando deliciosamente. Passava a língua na região do freio, me fazendo ficar ainda mais louco. Depois engolia tudo, deixando a saliva lubrificar bem o pau e escorrer pelos cantos da boca. Não agüentei muito tempo. Quando vi que ia gozar, puxei a cabeça dele contra meu corpo e em seguida afastei, gozando na boca e no rosto do meu pai. A porra foi escorrendo pelo rosto e pescoço dele, enquanto eu gemia no melhor orgasmo que eu tinha tido até então. Ver o meu pai engolindo a minha porra e com o rosto e o peito cheios de gala me davam um tesão absurdo. Ficou de pé, se aproximou de mim, e me beijou com a cara toda suja de porra. Encontrou meus lábios e enfiou a língua na minha boca, e nos beijamos muito loucamente por bastante tempo. O pau dele estava ainda mais duro, e tocava na minha barriga. Conduzi-o até a cama, deitei-o de barriga para cima, e sentei sobre o tórax dele, deixando meu pau, mole, tocando seu queixo. Ele começou a lamber as minhas bolas, vorazmente. Colocava uma, depois outra, depois as duas na boca, e chupava. Desceu do saco para o meu cú, que nunca tinha recebido uma boca antes. Lambeu o meu cuzinho me deixando de novo muito excitado. Meu pau já estava duraço novamente, pronto pro jogo. Senti um prazer diferente e inusitado. Estava gostando muito daquilo tudo, e era tudo novidade, e estava transando com meu próprio pai! Deitei-me ao lado dele, e deixei que conduzisse a trepada. Colocou minhas pernas sobre seus ombros, e voltou a chupar o meu rabo, que já estava bem cheio da saliva dele ainda misturada com minha porra. Posicionou a piça encurvada na entrada do meu cú, forçando a entranda. Doeu muito. Afastei-o com as pernas, me posicionando de 4. Com a mão esquerda, segurou no meu quadril, e com a direita, apontou o caralho grosso pro meu rabo, socando de uma vez só. Me afastei pra frente, mas a mão esquerda segurando meu quadril impediu que o pau dele saísse do meu cú virgem. Um misto de dor e muito prazer foi dando lugar exclusivamente ao tesão. - Que rabo gostoso, filho. Tá bom o pai te comendo, ta?- Tá sim, pai. Tá muito gostoso. To quase gozando de novo. Soca fundo, pai, soca fundo que ta muito gostoso- Não goza ainda, guri. Quero gozar junto contigo dessa vezE continuou socando rápido, segurando meu quadril com as duas mãos. Sentia as bolas dele batendo nas minhas. Muito excitado. - Posso gozar no teu cú, filho?- Goza sim, pai, goza pra mim. Me enche de porra, pai, me enche de porraEle tirou o pau do meu rabo e me virou novamente de frango-assado. Agora, entrou mais fácil. Ajoelhado na cama e sentado sobre as pernas, passou minhas coxas pela cintura dele e começou a me punhetar forte, socando o pau no meu cú.- Goza comigo, filho.- Tô pronto, paiFui invadido por uma quantidade absurda de porra. Sentia os jatos dentro do meu rabo. Muitos. Gozei pra cima, e meu pai tentava engolir os jatos que saiam fortes do meu pau enquanto ele socava o dele dentro de mim. Nunca tinha gozado tão plenamente. Gemia alto, muito alto. Urrava de tesão. Meu pai, ainda de pau duro, ensaiava uma segunda gozada sem tirar o pau de dentro de mim. Mas a descarga foi tão grande que eu pedi que parasse um pouco. Queria curtir aquele tesão todo.- Pára um pouco aí, pai. Dá um descanso.- Tiro curto, filho? Vai jogar a toalha, é?- hehehehe... Nada disso, pai. Só deixa eu curtir isso um pouco, calma aí. E vai lavar essa cara cheia de porra aí... hehehehe....Fiquei imóvel. Nem tentei pensar no que estava acontecendo. Só aproveitei. Estava em estado de graça. Êxtase total. Meu pai foi pro banho. Não falava nada, também. Ouvi que desligou o chuveiro. Não voltou para o quarto. Olhei. Estava parado em frente ao espelho do banheiro, imóvel, com o pau apontando o céu. Olhava a si mesmo, como que se admirando. Me olhou, sorrindo:- Tô gostoso, ainda, né filho?- Que gostoso nada... Tu ta um velho broxa, isso sim ...rsrsrsrs....  descontraímosSentou-se ao meu lado na cama. Permaneci deitado, gozado. Pegou minha mão. Levou-a até o pau dele, muito duro. Segurei. Apertei. Iniciei movimentos de sobe e desce. Nisso meu pau já tava explodindo, de novo. Sentei na cama. Beijei meu pai na boca, demoradamente, enquanto batia essa bronha pra ele. Me posicionei nas costas dele. Beijei a nuca. Fui descendo pela coluna. Beijando. E ainda batendo a punheta. Quando cheguei no fim da coluna, o recado foi respondido. Deitou-se de bruços no chão, e afastou as nádegas, mostrando o cuzinho piscando pra mim. Olhei demoradamente praquele cú. A marca de sunga contrastava com a bunda branca e o cuzinho rosado do meu pai, quase sem pêlos. Caí de boca no rabo gostoso e cheiroso dele, que mantinha as nádegas abertas. Uma delícia. Empinou a bunda em minha direção, dando as ordens da casa:- Come com calma esse cú, que é a primeira vez dele...Isso me deu ainda mais tesão, e salivei muito no rabo do meu pai, deixando o cuzinho dele bem molhado- Pode deixar, pai. Vou te comer bem gostoso. Tu curte minha piça no teu rabo, é? Quer rebolar na minha vara, pai?- Quero sim, filho. Quero dar pra esse teu pau grosso, meu filho. Mete tudo, filho, vai...Palavra de ordem. Puxei os travesseiros da cama e coloquei sob a barriga do meu pai. Costumo comer o cú da minha mulher, assim. Deslizei meu pau pra cima e pra baixo do rego dele, lambuzado de saliva, até parar no cuzinho. Apoiei meus joelhos no lado das coxas dele, e fui entrando devagar. Segurei as mãos dele por sobre a cabeça. Me deitei sobre o corpo dele, imóvel- Tô dentro de ti, pai. Tô comendo esse teu rabo gostoso.- Que delícia, filho. Esse teu pau enorme dentro de mim, me dá muito tesão.- Então vem aqui e senta no meu pau, pai  Falei, deitando-me ao lado dele. Ele ajoelhou-se ao meu lado, passou uma perna pro outro lado e foi sentando lentamente no meu pau. Uma delícia. Ver meu pai sentando em mim, com a expressão de dor e tesão no rosto, foi extremamente excitante. Quando meu pau estava todo dentro dele, apoiou os pés no chão e, sentado na minha piça e com os braços apoiados nos próprios joelhos, começou a subir e descer no meu mastro, gemendo muito.- hm, que gostoso, hm, soca mais, mais fundo, hm...- Que delícia esse teu rabo, pai, que gostoso você é, que tesão!Fiquei metendo no rabo dele um bom tempo, até que não agüentava mais de tanto tesão- Goza comigo, pai?- Sim. Quero te encher a cara de porra- Enche mesmo, pai. Que eu vou encher teu rabo também.E em seguida tive o orgasmo mais fantástico da minha vida, gozando dentro do rabo do meu pai e recebendo muita porra dele na minha cara. Cada socada que eu dava, mais porra ele mandava pro meu rosto e pro meu peito. Soquei umas 10 vezes, gozando o tempo todo, e sentindo o gala do meu pai escorrendo no meu corpo. Que delícia!Deitou-se sobre mim, exausto. Ficamos calados. Sentíamos nossas respirações cansadas e o cheiro de porra nos nossos corpos. E o êxtase. A leveza. A cumplicidade. Ficamos assim por alguns minutos. Nos beijamos. Sentia o gosto da porra dele na minha boca. Gostava. Me excitava, ainda mais. Fomos para o banho, ainda calados. Tomamos banho juntos. Ensaboamos um ao outro. Dedicamos especial atenção aos nossos paus e aos nossos rabos. Nos beijamos novamente. Demoradamente, e já muito excitados de novo. Nos secamos, e fomos para a cama. Dormimos abraçados, em silêncio.Acordamos às 9. Deveríamos estar na estrada, já. Não comentamos sobre o atraso. Parecia compatível com a noite que tivemos. Acho que interpretamos assim...

5 comentários:

Neto disse...

adorei cara vc ta de parabéns
tesão posso copiar e colocar no meu blog???

fabio disse...

Muito foda esse conto fiquei de pau melado.
Parabens

Anônimo disse...

Que delicia. Yo com tesão no meu filho e agora fiquei ainda mais. Parabéns lindo e exitante.

Anônimo disse...

Muito bom! Estou excitado para participar de um transa com vocês dois, se toparem, claro!
maos.bobas@gmail.com

Claudio Elias Do Nascimento disse...

Jesus Cristo Esta Voltando!!!